• O mercado de trabalho para professores de 1º E 2º graus: a evolução na década de 80
    v. 1 n. 2a (1993)

    Valendo-se dos dados da RAIS, a pesquisa contrastou a situação dos docentes com a de outras duas ocupações alternativas, a de secretário e a de comerciário, além de estabelecer comparações com o conjunto dos trabalhadores que esse registro reconhece. O mercado de trabalho dos professores apresentou um comportamento favorável e foi responsável por 26% do total de empregos gerados na década, sendo que o serviço público respondeu pela quase totalidade dos novos empregos. Houve uma forte incorporação de mulheres aos labores do magistério, assim como o crescimento acentuado de docentes na faixa etária entre 30 e 49 anos. A melhoria mais importante relaciona-se com a elevação do nível educacional dos docentes. Os resultados demonstram que os investimentos governamentais no setor educacional acarretam efeitos significativos a curto prazo, tanto em termos da geração de emprego e renda quanto da melhoria simultânea do corpo docente. 2ª edição

  • Educação e transição demográfica população em idade escolar no Brasil
    v. 1 n. 2b (1993)

    A queda da fecundidade tem conseqüências para as políticas públicas, e já se observam mudanças nas demandas educacionais. Um retrospectiva sucinta da evolução da população em idade escolar no período 1950-1980 revela mudanças no seu perfil. Discute as transformações havidas na composição da população em idade escolar durante a década de 80 e a provável evolução dessa demanda, em função das transformações demográficas em curso e de suas prováveis implicações para a estrutura da população futura. Analisa as variações espaciais e temporais nos níveis de fecundidade, mortalidade e migração em função de suas implicações para o volume e do ritmo de crescimento e, ainda, para a sua redistribuição espacial. O universo envolvido se restringe à evolução de matrículas no grupo de 7 a 14 anos. 2ª edição

  • Educação ambiental experiências e perspectivas
    v. 1 n. 2c (1993)

    As iniciativas de educação ambiental são caracterizadas a partir das instituições que as fomentam ou coordenam (ONGs, Estado, Empresas, Escolas). A sua eficácia é analisada considerando a capacidade de promoverem ações que contribuam para a ação do educador/educando na construção dos seus próprios conhecimentos e na melhoria, conservação e recuperação do meio ambiente e da qualidade de vida. As conclusões apontam grande diversidade de ações isoladas de educação ambiental, ausência ou irrelevância do Estado no desenvolvimento de políticas alusivas à área, e a necessidade de ações coordenadas entre os setores público e privado para o resgate do sentido da própria educação. 2ª edição

  • Escola, Cidadania e Profissionalização
    v. 1 n. 3 (1993)

    Discute a questão curricular em cinco escolas técinicas industriais do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, tendo como referência as categorias: profissionalização, cidadania e visão do mundo. O conjunto de dados obtidos foi analisado tal como se apresentam nas escolas estudadas e em suas relações com a sociedade como um todo. Destacaram-se, ao longo da análise, as subcategorias qualificação técnica, na perspectiva da aplicabilidade, e consciência, enquanto consciência crítica, evidenciando parte da dinâmica que sustenta e tece o real em suas contradições. 2ª edição

  • Estudo do Aluno Universitário para a Construção de um Projeto Pedagógico
    v. 1 n. 4 (1993)

    A pesquisa realizada com os alunos da Universidade Estadual de Maringá (UEM), no Paraná, visou apoiar os projetos pedagógicos dos recursos de graduação. Além de obter subsídios para o planejamento acadêmico, procurou-se compreender, também, através das características e representações dos estudantes da UEM, em que medida o projeto de intervenção política dos estudantes das últimas duas décadas está presente na prática estudantil atual. 2ª edição

  • Implicações da Nova Ordem Econômica Internacional para os Trabalhadores Docentes Universitários no Brasil
    v. 1 n. 5 (1993)

    Este trabalho é constituído por três partes. A primeira aborda a Nova Ordem Econômica Internacional (Noei) e suas conseqüências para a divisão internacional do trabalho e a organização dos trabalhadores. A segunda analisa como esta "nova ordem" foi assimilada pelas classes dirigentes nacionais, adaptando-se à herança autocrático-patrimonialista de sua formação histórica. Finalmente, a terceira parte discute a problemática dos docentes universitários enquanto trabalhadores e sua inserção nas lutas político-sindicais. 2ª edição

  • Ação Cultural e Educacional da Biblioteca no Âmbito da Escola de 1º Grau
    v. 2 n. 6 (1993)

    A pesquisa teve como objetivo principal favorecer o contato dos alunos de 1º grau com o livro, por meio de um trabalho cooperativo e dinâmico entre professores das escolas da rede municipal de ensino de 1º grau de Ribeirão Preto e os bibliotecários das Instituições de Ensino Superior (IES). Conclui que o professor é o grande responsável pelo incentivo da leitura junto aos seus alunos, mas a sua atuação inexpressiva e o distanciamento do bibliotecário contribuem para afastar o aluno do livro. A caixa-estante poderá ser um recurso viável para aumentar a leitura na escola. Porém, para sua efetivação, depende do engajamento progressivo da instituição e dos professores. 2ª edição

  • Metodologia da Alfabetização de Adultos: um balanço da produção do conhecimento
    v. 2 n. 7 (1993)

    Análise da metodologia da alfabetização de adultos realizada a partir de um extenso levantamento bibliográfico, abarcando os temas: Mobral, Paulo Freire, aprendizagem da escrita, o alfabetizando adulto e a alfabetização matemática. 2ª edição

  • O Visitante Inoportuno: o estudo da escola num grupo tribal
    v. 2 n. 8 (1993)

    Relato das situações vividas pelos palicures, do rio Urucauá, observados, num período de vinte dias, entre as aldeias do Kumenê, Flecha e Tawari, durante a realização da primeira fase do projeto em etnoeducação, cuja proposta de instalação de uma escola bilíngüe implica estudos sobre a condição masculina e feminina, a ação petencostal, o meio ambiente, a personalidade e o simbólico e a criança indígena. 2ª edição

  • Do Discurso da Greve à Ação do Nepe: uma forma diferente de fazer/conceber a Universidade
    v. 2 n. 9 (1993)

    A crise vivenciada pela sociedade, mais particularmente pela universidade brasileira deve ser entendida como um momento muito rico de contradições. No interior destas é possível perceber não só o movimento que aponta para o sucateamento e a privatização, mas também para experiências que têm sua origem em setores tradicionalmente marginalizados da vida acadêmica. 2ª edição

  • Efeitos da Simulação Computadorizada no Ensino da Atividade de Visita Domiciliar
    v. 2 n. 10 (1993)

    Os dados obtidos a partir da investigação foram avaliados por meio de testes estatísticos não-paramétricos.Os resultados mostram que a simulação computadorizada não proporcionou aos estudantes domínio cognitivo, desempenho e atitude superior quando comparada à instrução tradicional. 2ª edição

  • A Prática Cotidiana dos Profissionais da Educação em Escolas Públicas: a difícil relação teoria-prática
    v. 2 n. 11 (1993)

    Na escola, acontecem atividades fora de sala de aula necessárias à transmissão do saber. O processo pedagógico não é a soma de atividades produzindo o seu todo, mas são essas atividades que, articuladas, constituem a totalidade do fazer pedagógico. 2ª edição

  • Municipalização do Ensino: discurso oficial e condições concretas de implantação
    v. 2 n. 12 (1993)

    Os pressupostos subjacentes à proposta do discurso oficial e as condições concretas que apresentam os municípios parecem pouco conjugar-se para a implantação e implementação do processo de municipalização do ensino. A incongruência entre intenções possíveis, implicações e infra-estrutura dos municípios brasileiros, em geral, não permitem que à municipalidade seja entregue a responsabilidade maior para o ensino de 1º grau.

    2ª edição

  • Avaliação das Experiências de Educação de Jovens e Adultos de Santa Catarina
    v. 2 n. 13 (1993)

    Dirigentes, professores e estudantes dos diversos cursos de educação supletiva responderam ao questionário elaborado para levantar informações sobre as características gerais das escolas e sua organização (planejamento, supervisão e avaliação); as características individuais dos alunos (situação de trabalho, relação trabalho/curso de rendimento escolar); e as características do professor (dados de identificação, situação funcional, formação e experiência de trabalho). 2ª edição

  • O Perfil Sociocultural de Alguns Trabalhadores do Ensino Noturno de 2º Grau Mediante seu Cotidiano
    v. 2 n. 14 (1993)

    Por meio do depoimento de docentes do 2º grau noturno recupera a memória do Projeto Noturno, dando ênfase às representações sociais dos professores sobre vários temas (avaliação escolar, atividades extra-classe, relação escola-comunidade, etc.) e concluindo ter sido esse projeto uma experiência muito produtiva que deveria ser reavaliada e atualizada para possível reintrodução na rede. 2ª edição

  • Descentralização, Política Municipal de Educação e Participação no Município de São Paulo
    v. 2 n. 15 (1994)

    Os canais de participação abrem espaço para uma problematização relevante da relação Estado/Sociedade. A participação na gestão educacional do município de São Paulo na gestão de Luiza Erundina (1989-1992) faz parte da estratégia de ampliação da base social e política do Partido dos Trabalhadores ao introduzir a população excluída e segregada da cidade no processo de gestão. A estrutura administrativa da Secretaria Municipal de Educação foi modificada para a implantação de colegiados nos diversos níveis. 2ª edição

  • A Realidade da Preparação para o Trabalho na 2ª Região Escolar - São Leopoldo (RS)
    v. 2 n. 16 (1994)

    A coleta de dados foi feita em nove escolas técnicas, mediante a aplicação de questionários a professores e alunos, e realização de entrevistas com administradores das escolas, dirigentes patronais e operários. Conclui que a formação profissional oferecida pela escola deve enquadrar-se nas características da clientela, da comunidade e da região e que a formação dos técnicos deve ser devidamente valorizada pelas escolas, sindicatos e empresas. 2ª edição

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